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Fixação · Revisão · Exoneração · Cobrança

Advogado de pensão alimentícia em Brasília, para fixar, revisar ou cobrar o que é devido

Não existe percentual fixo. O valor sai do que a criança precisa e do que o pagante pode, e muda quando essa realidade muda. São quatro frentes diferentes, cada uma com o seu procedimento.

Primeira conversa sem custoResposta em até 1 hora no horário comercialPresencial ou online
12 anos de atuação em Direito de Família e Sucessões · OAB/DF 46809 e 84596
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Explicam de forma bem didática para as pessoas que não entendem do Direito.
Yhury Oliveira
Atenciosos, competentes e transmitiram total confiança desde o primeiro contato.
Nadya da Rosa
Destaco a clareza nas orientações e a boa comunicação ao longo do trabalho.
Edivaldo Bazilio

Situações que o escritório conduz nessa área

Fixação de pensão

Definir o valor a partir da necessidade de quem recebe e da possibilidade de quem paga, com análise de renda formal ou informal.

Cobrança de pensão atrasada

Dois ritos distintos: o das três últimas parcelas, que admite prisão civil, e o das parcelas mais antigas, com penhora e bloqueio.

Revisão de pensão

Perda de emprego, novo filho, mudança de escola, aumento de renda. Exige ação própria e prova da mudança.

Exoneração

A maioridade não extingue sozinha o encargo. A cessação depende de pedido e decisão judicial.

Pensão entre ex-cônjuges

Instituto distinto da pensão do filho, em geral transitória, para reorganização econômica.

Desconto em folha e bloqueio de valores

Medidas de efetivação quando o pagamento não acontece de forma espontânea.

Não sabe em qual dessas situações o seu caso se encaixa? A gente ajuda a identificar.

Contar minha situação

As dúvidas que mais travam o primeiro contato

“Pensão é 30% do salário?”

Não existe percentual legal. O mesmo salário pode gerar valores bem diferentes conforme o número de filhos, a idade e as despesas específicas.

“O pai é autônomo e diz que não ganha nada.”

A análise usa movimentação bancária, imposto de renda, pró-labore, distribuição de lucros e sinais exteriores de riqueza. Quando a renda é informal, é comum a fixação sobre o salário mínimo.

“Perdi o emprego, posso pagar menos?”

Não por conta própria. Reduzir sem decisão judicial gera dívida e mantém o risco de prisão civil. O caminho é a ação revisional, pagando o possível e documentando.

Como funciona o atendimento

01

Você conta o que está acontecendo

Sem precisar saber o nome jurídico do problema nem chegar com documento nenhum.

02

O escritório organiza o cenário

Identificamos o assunto, a urgência e o que precisa ser analisado.

03

Você entende os caminhos

Alternativas, pontos de atenção, prazos e custos conforme o seu caso.

04

Você decide o próximo passo

Só então, sabendo o que está em jogo. A primeira conversa não tem custo.

Quem vai cuidar do seu caso

Leonardo Cidade Castello Branco

Leonardo Cidade Castello Branco

OAB/DF 46809

Especialista em Direito de Família e Sucessões pelo IBMEC. Formado também em Comunicação Social.

Rinaldo Pimentel

Rinaldo Pimentel

OAB/DF 84596

Mestre em Direito Constitucional pelo IDP, membro das Comissões de Direito Civil, Militar e do Consumidor da OAB/DF.

Três formas de começar

Conte o que está acontecendo. A primeira conversa não tem custo.

No horário comercial a resposta costuma sair em até uma hora. Nada do que você escrever aqui é compartilhado fora do escritório.

Águas ClarasDF Plaza Shopping · Rua Copaíba nº 01, Bloco A, Salas 2010 a 2014
Asa SulComplexo Brasil 21 · SHS Q06, Conj. A, Bloco A, Sala 501

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Ao enviar, você recebe o retorno pelo contato informado. Conteúdo informativo, sem promessa de resultado.

Perguntas frequentes sobre pensão alimentícia

O rito da prisão alcança as três prestações vencidas antes do ajuizamento, mais as que vencerem durante o processo. As parcelas mais antigas seguem pelo rito de penhora.

Não. O cumprimento da prisão não extingue o débito, que continua sendo cobrado pelos demais meios.

Depende do que foi definido no acordo ou na decisão. É um ponto que precisa ser tratado expressamente, porque não há regra automática.

Não acaba automaticamente aos 18. O encargo pode continuar enquanto o filho estiver estudando e não tiver condições de se manter.

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